quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Help

Preciso que alguém, de forma altruísta e com a convicção que me fará um favor e que, portanto, não será responsabilizada criminalmente, me fure os olhos com uma agulha de fazer malha.

Não que tenha alguma coisas nas vistinhas, até vejo muito bem, mas é que tenho um problema...e grave...é que os meus olhos não se adequam à minha carteira.
Nas raras ocasiões que vou às compras (DETESTO COMPRAS) tudo o que vejo e gosto é caríssimo...

Ando a ver prendas para o Parolo que faz anos para a semana. 
A intenção é boa, o que vejo maravilhoso, as ideias são mil, as possibilidades imensas...já a carteira....ui...pequeniiiiiina.

Pronto, ok, se não me querem furar os olhos, iniciem uma campanha mundial de recolha de participações na prenda fantástica do Parolo.

Desde já, o meu muito obrigada! ;)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

AL / DL #5

AL - Acabava de jantar, arrumava a cozinha e ia vegetar para o sofá. A maior parte das vezes chegava mesmo a adormecer tranquilamente.

DL - Acabo de jantar, arrumo a cozinha com uma sombra que insiste em querer ajudar-me....desajudando, claro.
Depois vamos brincar, ler livros, desarrumar tudo. A seguir vamos preparar para a cama - trocar a fralda, vestir o pijama, lavar os dentes, mãos e cara.
Chegamos ao quarto e o que acontece depois pode ser:

1 - Ela chora baba e ranho que não quer dormir, e enquanto berra deita-se e pufffff adormece;

2 - Ela dá beijinhos e fica mimalha e deita sem problemas e adormece;

3 - Igual ao anterior mas de vez em quando vai pedindo "Mamã, mão" e estende-me aquela mãozinha deliciosa;

4 - Deito-a na cama dela...ela não está a dormir mas está calma....e a primeira a adormecer...SOU EU...

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

É que ainda rio quando me lembro

Esta é daquelas histórias que só quem está presente é que acha graça. Daquelas que contadas, e então escritas, perdem pela falta de vivência da situação...e das caras do Parolo.

Uma delas foi a do Isidro que já contei, mas este fim de semana, o Parolo fez das suas de novo.

No Sábado deixamos a Delicinha Parolinha na minha sogra e fomos passear. Subimos pela marginal do Douro até Entre-os-Rios, sem capota, um sol maravilhoso, a companhia ideal, boa disposição, em suma, uma maravilha.

Passeamos, namoramos, conversamos, rimos. Ao fim do dia regressamos (ainda não achamos muita graça em dormir sem a miúda)mas ainda deu tempo para uma Sangria e uma Bruscheta com vista para o mar.
Ao sair do Xiringuito e a caminho da minha sogra, demos de caras com dezenas de motas em grupo. Um dos motards atravessou-se na estrada para que os outros pudessem entrar na via sem se perderem uns dos outros.
Quando terminou o cortejo o Parolo avançou e colocou-se ao lado da cauda final do grupo e, não sei porque ideia luminosa, deu 2 acelaradelas (o carro em que estávamos é um clássico e faz um barulho maravilhoso) o que se ouviu depois foi...Nada...N A D A...a não ser a minhas gargalhadas e eu a dizer "Que bargonha (mentira que não falo assim)!!!"

Bem...a cara dele quando os motards não reagiram, a cara dele a olhar para mim a gozar com ele, a cara dele a desejar que pudesse de qualquer forma fazer o tempo andar  para trás...foi imperdível, glorioso momento em que, mais uma vez, me ri dele e com ele.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Passadeiras vs Passeadeiras

Se há coisas que me irritam mais que os ciclistas nas suas lycras no meio da estrada, são os peões nas passadeiras.
Sendo que a maior parte dos meus encontros são com pessoas normais e cívicas, há sempre aquelas aves raras que não atravessam a rua, desfilam em slow motion pela passadeira de asfalto às riscas.

PORQUÊ???? PORQUÊ????

Será que terem o direito de prioridade quando estão na zebra lhes dá o direito universal de tomarem o tempo dos demais?? 
Há um objetivo, ir do ponto A para o ponto B, de um lado da rua para o outro. Será assim tão difícil fazê-lo de forma concentrada e rápida?
Ou vão ao telemóvel...ou vão a comer....ou vão a pensar na morte da bezerra... e quando lhes damos uma apitadela gritando "isto é uma passadeira, não é uma passeadeira" olham para nós como seres irascíveis, monstros que por terem carros se acham melhores que os outros.
Não é isso senhores, não é um complexo de superioridade, é apenas um impedimento prático de algo que deveria ser muito simples - atravessar a rua, ponto.

Perto de minha casa, em frente ao Centro Hípico do Porto, há uma passadeira super mal colocada. Está numa curva.
Quem vai se Leça para a A28 a dita está na subida mas está num local, quase um ponto cego do carro. Quando subimos estamos a curvar o carro e a zebra fica atrás da coluna A do carro (aquela entre a porta do condutor e o vidro da frente) e só quando estamos em cima dela é que vemos se tem alguém a atravessar (no sentido contrário, quem sai da autoestrada, a zebra fica no meio da curva na descida - um perigo, enfim...).
No outro dia, com o Parolo, estamos a sair de Leça e quando demos por nós paramos porque estava uma rapariga a atravessar...perdão, uma top model de uma marca internacional, tal era a lentidão com que se bamboleava pela passadeira. 
Ele parou para ela passar, mas era tal o arrastamento da criatura que levou uma buzinadela, é que não é nada, mas a lesmice dela podia originar um acidente do caneco. Um carro que estivesse a subir atrás de nós, como não tem visibilidade, poderia bater-nos na traseira.

Isto já para não imaginar que tinha a Delicinha no carro e se fosse algo de muito grave...nem quero pensar.

Voltando a buzinadela, o carro apitou, ela olhou..... e nada...ignorou-nos...pronto...levou uma aceleradela que até pinchou...ora porra...

Notem, não sou contra as passadeiras e acho que elas devem existir e devem ser respeitadas. Já testemunhei uma senhora a morrer atropelada por falta de passadeira; já testemunhei uma mãe com um filho ao colo a não ser colhida na passadeira por milagre (ela aproximou-se da passadeira, os carros pararam e ela avançou e de repente aparece um carro a acelerar por ali fora. Ela não foi colhida porque, por instinto, por mão divina, sei lá eu, parou a tempo).
Mas acredito que as pessoas têm que estar atentas e terem um comportamento cívico, lembrem-se, estão a ir do PONTO A para o PONTO B, não estão a mostrar ao mundo a colecção Outono-Inverno.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Oh Inclemência...

Oh Martírio...mas porque não posso ter nascido zilionária e estar SEMPRE de férias???

É só a mim que custa o regresso à dura realidade do trabalho ou há mais alguém que esteja em tristeza profunda por já não poder estar de chinelo no pé e papo para o ar?

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ISIDRO

Ontem fomos às compras (o frigorífico estava na penúria).

O Parolo foi à Charcutaria comprar fiambre com a Delicinha.

Eu fui buscar mais umas coisas para juntar ao que já lá tínhamos.

Estou a chegar à beira do Parolo e chega também a vez dele de pedir o fiambre:

- ...75
- Sou eu. Queria fiambre.
- De qual?
- Perna
- Que marca?
- Pode ser esse (olha de relance para a montra) - ISIDRO
Eu começo a rir, a senhora esboça um sorriso e ele corrige IZIDORO, IZIDORO.

Nota 1 - agora parece que temos que tirar um curso de charcutaria para escolher o fiambre...credo...

Nota 2 - Ele sabia lá que fiambre queria...era fiambre e pronto

Nota 3 - por acaso até costumamos comer da Nobre....tipo há anos...mas ok...

Já fui e já vim!

E que boas foram as minhas férias...
Se descansei? Bem, não acordei de madrugada a correr para tomar banho, vestir e ir trabalhar.... Não tive assim muitas horas marcadas, tirando a hora dos biberões, da sopa, etc, mas não se pode dizer que descansei, mas pelo menos a rotina era diferente.

Foram umas férias diferentes do habitual, não estávamos só os dois a fazer o que nos dava na real gana, mas foram umas férias muito ricas e cheias de coisas boas.
Com a Delicinha não podemos ir para a praia a qualquer hora, não podemos vegetar o tempo todo, entrar no carro e ir sem destino e sem tempo, mas, com a Delicinha, passamos os melhores momentos do mundo, vemo-la a desenvolver-se a cada dia, a aprender coisas novas. A coragem de entrar no mar sem medo, ao contrário do pai, a brincar nas pocinhas, a transformar-se num croquete humano.

Depois os primos juntaram a nós, foi fantástico. O amor que eles têm uns pelos outros é enternecedor. Se os irmãos às vezes se pegam, com a Delicinha são de uma ternura impressionante.

Mas praiamos, piscinamos, passeamos, rimos, dormimos, gozamos e, num ápice, passaram as 3 semanas e estamos de volta à dura realidade dos horários mas, mesmo assim, uma dura e boa realidade.




quinta-feira, 6 de julho de 2017

Countdown!

Estou em contagem decrescente para as minhas vacances...nem consigo pensar noutra coisa senão em praia (com uma criança de um ano e meio cheia de power), jantares longos e tranquilos na varanda (com uma criança de um ano e meio cheia de power), passeios pelo nosso Portugal (com uma criança de um ano e meio cheia de power), ler muitos livros (com uma criança de um ano e meio cheia de power); dormir sestas (com uma....EI EI EI, tenho a desculpa perfeita para TODOS os dias fazer a minha sesta, iupiii).

Vão ser umas férias no mesmo sítio de sempre mas, certamente, serão super diferentes - mais ricas, mais cheias, mais valiosas, porque a minha Delicinha é maravilhosa e está super engraçada.

Se vamos descansar menos? Vamos com certeza!
Se já não somos os 2 e já não podemos guardar os relógios na gaveta, também não (Se bem que o ano passado ela já existia, mas era muito pequenina), mas vão ser em grande, isso, tenho a certeza :)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Like

Gosto dos parvalhões encartados que se atravessam à nossa frente, vindos de ruas sem prioridade, claro, e avançam a passo de caracol.... 

Será que na cabeça lhes passa:
"Ui..tenho tempo, vou avançar...ai ai ai...afinal a distância é curta demais..." Fecham os olhos, encolhem os ombros e ficam à espera que lhes batam enquanto avançam quase parados....

Espero estar sempre atenta a estas situações e nunca precise de uma dupla violência. O do bater dos carros e das lamparinas a estalar naqueles focinhos de porcos sarnentos.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

O poder das Redes Sociais

Lembram-se da história da minha mochila Moschino que contei aqui?

O único endereço de e-mail que encontrei foi da store online, obtive resposta a dizer que, sendo que a compra não foi feita via site, não era o endereço correto. Solicitei que me facultassem o e-mail para onde deveria dirigir a reclamação e lá me enviaram a informação pedida.

Enviei o primeiro mail no início de Junho e até ontem não tinha obtido resposta.
Sendo que no primeiro mail que enviei apenas contei o que tinha acontecido e demonstrava a minha revolta pela falta de qualidade, no três reminders seguintes salientava que estava estarrecida pelo facto de não me darem qualquer tipo de feedback.

Cansada e com muito pouca paciência, postei no Facebook, Twitter e Instagram a foto da alça e identifiquei a Moschino.

Sabem o que aconteceu????

Em menos de nada tinha um mail da Moschino a pedir desculpa pelo atraso na resposta e que tinha acontecido...lalalalala... e a informar que vão dar seguimento ao assunto.

Será que foi um acaso? Ou será que efectivamente as redes sociais servem para mais do que postar o que comemos, onde passamos férias, o que vestimos ou o que estamos a sentir?

E Moschino, não te preocupes, se me resolverem o assunto, da mesma forma que disse mal, também digo bem...se for esse o caso ;)

E o meu lema é este - TENS RAZÃO, APRESENTA RECLAMAÇÃO COM EDUCAÇÃO!

quarta-feira, 28 de junho de 2017

O típico português

Estou num auditório a aguardar o início de um seminário.

Geralmente chego sempre a horas neste tipo de eventos e observo sempre o mesmo comportamento das outras pessoas: vão chegando, a medo, olhando à volta, observando, analisando. Fazem o registo de entrada e colocam-se a um canto, os olhos estão nos papéis acabados de receber, presos no telemóvel onde abrem e fecham aplicações, dão uma vista ao instagram, aos e-mails, ao facebook enquanto, pelo rabo do olho vão controlando quem continua a entrar, há pouco contacto visual e nenhum contacto pessoal.

Abrem-se as portas do auditório, tudo aguarda que o primeiro aventureiro entre para a sala. Devagarinho, lá se começam a dirigir para a sala também.
A escolha dos lugares não é aleatória, não não não. As filas de trás começam a receber gente, uns ou outros mais corajosos vão para as filas da frente. 
Em cada fila também não são escolhidos lugares ao acaso. As pessoas vão para as pontas de cada fila. Inevitavelmente as pontas vão sendo ocupadas e lá se tem que pedir licença para ser escolhido um local mais interior da fila, mas que não se pense que vai ser o assento do meio, nãaaaooo, vai ser o assento com a distância de segurança de uma ou duas cadeiras do primeiro alapante, não se pode colar.

Enquanto a sessão não começa as luzes dos telemóveis voltam a brilhar...silêncio....dá-se início aos trabalhos.

Intervalo, tudo ensonado, esgoiado de fome, roxo de vontade de fazer xixi, corre para o exterior para satisfazer as necessidades mais básicas. O regresso à sala é mais lento.

As intervenções terminam...hora das questões ao painel...e dá-se uma debandada quase geral, não querem colocar questões e não querem sofrer a vergonha alheia dos intervenientes serem confrontados com o facto que ninguém está interessado em fazer perguntas. Não ficam e não aprendem mais, porque há questões muito pertinentes e curiosas que são colocadas...às vezes...pelo menos.

Os das pontas das filas são os primeiros a debandar, a seguir vão os das filas de trás e os outros, coitados, foram armadilhados pelos lugares do meio e aguardam...

Tudo isto se passa e nada disto me incomoda a não ser, e isso põe-me piúrsa, irritada, mal-disposta, danada: as pessoas que chegam tarde, muito tarde e em vez de aguardarem lá fora pela interrupção dos trabalhos, desrespeitosamente, entram e fazem barulho e interrompem raciocínios, intervenções, ideias, com muita lata e pouca humildade...




segunda-feira, 19 de junho de 2017

Tragédia

Que aflição...se estes acontecimentos trágicos já me aterrorizavam antes agora, depois da Delicinha nascer, ainda me aterrorizam mais.

Que horror...só me imaginava na situação daquelas famílias sem ter para onde fugir, dentro dos carros, a ver o fogo a chegar e sem poder escapar... Não tenho palavras....

E senhores jornalistas e meios de comunicação social, tenham vergonha na cara e não queiram ganhar audiências com um drama tão grande, com uma situação tão trágica - jornalistas a fazer reportagens em frente a corpos...repetição das mesmas imagens vezes e vezes sem conta, horas a bater na mesma tecla. E de uma vez por todas, saibam que sejam crianças, adultos ou idosos, é um terror igual, parem de colocar fotos das crianças que perderam a vida no fogo, é que se o fizessem com outra intenção que não o apelar à emoção e à cusquice mórbida, ainda aceitava, mas o motivos não são nobres, são só reles.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

O feitio desta miúda

Depois de um feriado danado para o mau feitio (sai à mãe, minha rica filha), parece que leu o meu apelo do post anterior mas, com requintes de malvadez, hoje não acordou às 06.47h, mas sim às 06.00h e, delicadamente aos berros, pediu o seu leitinho matinal.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

06:47

TODOS os dias, mas mesmo TODOS os dias, às 06:47h, sim, seis horas e quarenta e SETE minutos, a Delicinha desperta-me com o seu "MAMÃAAAAAA" matinal.

Sendo que é a melhor maneira de acordar, poderia recomendar que adiantasse o relógio para as 07:15h já que é nessa hora que toca o despertador.

Hoje foi da mesma pontualidade britânica que nos tem habituado, com a agravante que desde essa hora até à hora em que a deixei com o meu pai NÃO PAROU DE FALAR UM SEGUNDO.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Santo António

Ó meu rico Santo António
Meu rico Santo Antoninho
se fosses bom para mim
deixavas-me dormir um soninho.

Estamos hoje a festejar
o santo casamenteiro
já dormia um soninho
nem que fosse num palheiro.

Vou comprar um manjerico
para o poder cheirar
ontem devia ter ido dormir
em vez de ter ido bailar.


Sou uma poeta...é o que é...

O meu sobrinho é o maior

A minha irmã participou nas Marchas Populares de Vila Real. Ontem lá desceu ela a Avenida Carvalho Araújo a cantar e a dançar.

Eu, o Parolo, a minha Mãe e a Delicinha não podíamos faltar, mas fomos de surpresa, que assim é mais giro. 
Claro que quase corria mal já que subimos e descemos a avenida 20 vezes até a encontrarmos (pelos vistos houve um problema de guarda roupa que atrasou a marcha)mas finalmente lá a encontramos e ela ficou super feliz em nos ver.
Tenho que dizer que:

  • Saímos de casa às 19h
  • Estivemos mais de meia hora no trânsito no túnel de Águas Santas
  • Fruto do acidente de Domingo no túnel do Marão, tivemos que ir pelo IP4 e apanhamos 3 camiões a subir
  • Tínhamos mesa reservada para as 20.30h, mas demoraram mais de uma hora a trazer as francesinhas - fomos ao Cardoso
  • Estava um calor abrasador em Vila Real, daquele em que estamos sempre coberta por uma película de suor...
Mas tudo valeu a pena. Encontramos a minha irmã, sobrinhos, cunhado e os pais dele. Os miúdos ficaram radiantes porque a Delicinha lá estava. Ela, que estava a ficar KO, despertou e ficou louca e fartou-se de dançar e abraçar os primos.

Entretanto conta-me o meu cunhado que o Henrique - Cabeça de Ovo, quando viu a minha irmã pronta para as marchas disse;

"Mamã, quase não te conhecia. só te reconheci pela cara!" 

HAHAHAHAHA, é com cada uma....

segunda-feira, 12 de junho de 2017

10 de Junho

Dia de Portugal, das Comunidades, de Camões e do meu PAPIIIIIII!!

Achava ele que a festa iria ser ao jantar em minha casa, mal sabia que ia ser almoço de picnic com uma Feijoada à maneira!

Foi tudo organizado em surpresa e estávamos todos cúmplices para que nada falhasse.
A minha irmã, ao meio dia, envia uma sms a dizer que está a sair de Vila Real, que vai almoçar com uma amiga e que depois aparecem lá em casa(quando enviou a mensagem já estava na quinta).
Eu não dizia nada de manha porque estaria a preparar tudo em casa para o jantar de logo.
A minha mãe "teve" que sair de manhã para casa da minha avó.
O meu irmão foi jogar Padel de manhã e nem sabia se ia almoçar.

Somos TODOS uns falsos....

Estávamos todos no local do picnic a preparar tudo, menos o meu irmão, que foi mesmo jogar Padel, mas que deu imenso jeito. 
Sendo que não nos ajudou a montar o estaminé, serviu para que na hora de almoço desse boleia ao meu pai para irem almoçar à minha avó, mas que, no entretanto a minha mãe tinha dito que era melhor ir buscar comida ao restaurante (que é perto da quinta) e assim não ia sozinho e tal.
Depois de termos sido avisados que o suspeito já estava a caminho, fomos todos para o portão e quando ele virou na esquina começamos todos a cantar PARABÉNS!
Ele ficou feliz da vida. Estávamos lá todos (se bem que acredito que nós até podíamos não estar, desde que estivessem os netos...)

O tempo esteve maravilhoso e o dia foi magnífico. A comida estava deliciosa e todos nos divertimos imenso!

Foi fantástico!!
PARABÉNS DADDY!

sexta-feira, 9 de junho de 2017

CI VIS MO

Vamos lá soletrar mais uma vez: CI VIS MO.

Mas porque raio as pessoas não são cívicas???

Por favor pessoas, a falta de civismo chateia-me e incomoda-me, e eu queria andar zen que ando muito cansada...pior, o meu filtro está cada vez menos de confiar e posso reagir violentamente à estupidez...

Fui agora levantar dinheiro. No MB estava uma rapariga e um senhor aguardava já atrás dela. Passados 10 minutos, a rapariga continuava na máquina agarrada ao telemóvel a pedir instruções não sei a quem e a resmungar que não entendia nada.
É certo que ela poderia estar a fazer uma qualquer operação que não estivesse habituada e precisasse da explicação de alguém, mas se não estava a conseguir dar com o gato e reparando que estavam já duas pessoas à espera, poderia ter-se afastado por uns momentos, as pessoas tratavam da sua vida e ela voltava à dúvida existencial. Pelo menos é assim que EU faço. Sempre que estou a pagar contas, se vejo que alguém chegou e se ainda me falta muito, interrompo o que estou a fazer, dou a vez à pessoa seguinte e depois regresso.

Não tenho pachorra!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Uma noite sem a Delicinha

Tivemos um jantar de aniversário de um amigo. 
Decidimos que a Delicinha não iria por vários motivos, uns mais egoístas que outros:

  1. Estava muito frio, um vento ciclónico e o restaurante era à beira-mar;
  2. O jantar era mesmo na hora da sopa e tínhamos que ir de sopa e afins para o restaurante;
  3. Queríamos jantar tranquilos e conseguir conversar sem interrupções.
Nós temos um lema que é "Para onde nós vamos, ela vai". Não a consideramos como um incomodo e, não moldando a nossa vida a ela, adaptamos a nossa vida a esta nova realidade.
Até correu bem porque os outros casais pensaram a mesma coisa e ninguém levou filhos.

Ela ficou muito melhor! Foi para casa da minha mãe e divertiu-se à grande com os avós que ela adora e que lhe dão mil mimos e atenções.

Quanto a mim e ao Parolo....chegamos a casa, vestimos os pj's e fomos a correr para o sofá:
-"Vamos ver tv sem interrupções...IÉEEEE"...passados nem 5 minutos estávamos a dormir e a ressonar como porcos (é evidente e óbvio que isto é um exagero que eu não faço sons recos desses).
Sim, podia ter posto a minha leitura em dia (se bem que já era bem tarde); podíamos ter namorado (mas namoramos sempre); podíamos montes de coisas...mas dormimos...e muito...e bem....e que saudades da minha Delicinha que quase esmaguei quando a vi no almoço do dia seguinte.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Tão Espetacular

No escritório, para ir fazer xixi, tenho que levar o telemóvel e ligar a lanterna....fundiram as 2 lâmpadas dos dois candeeiros do recinto.

Será normal? Será prenúncio? Será karma?

segunda-feira, 5 de junho de 2017

AL / DL #4

AL - Lia livros sem fim. Lia um pouco antes de dormir. Ao fim de semana, se ficava por casa, era bem capaz de ler o dia e a noite toda.
Houve tempos em que tão absorvida com um livro, a ler pela madrugada fora, mas já cheia de sono tinha o comportamento estranho de fechar o livro, fechar os olhos e dizer a mim própria "Vou só descansar um bocadinho e já retomo" como se alguém me batesse e se eu não continuasse a ler.

DL - só consegui ler 1 livro em 16 meses. 
Se pego num livro enquanto ela está distraída a brincar, levanta-se e vem pedir-me colo; se me escapo para ler umas páginas enquanto ela está a brincar com o Pai, desata a chamar "Mamãaaaaaa". Chega ao ponto de eu a deitar, ela estar já ferrada a dormir, eu estar a fazer outras coisas, mas quando me sento e pego no livro....ela acorda e chora.
Ontem dizia-me o Parolo: "Por favor, não leias, senão ela acorda" :s

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Memory Lane #4

Baby Blues:

O Pós-parto foi tão horrível que cheguei mesmo a ir passar uns tempos à minha mãe, já que eu quase nem conseguia pegar na bebé ao colo...
Não tive depressão pós parto mas os Baby Blues no fim de semana (a Delicinha nasceu numa quarta-feira) foi de morrer a rir...ou melhor, de chorar a rir.

Mesmo estando com o Parolo e com a minha Mãe, só me sentia verdadeiramente confortável e tranquila quando estava a minha irmã.
A minha irmã chegava e eu sentia um alívio, uma paz imensa.
Durante aquele fim-de-semana se me diziam: 

"Está frio!" - BUAAAAAAAA
"Está calor!" - BUAAAAAAAA
"Que horas são?" - BUAAAAAAAA

A Camila queria muito tirar uma foto com a Laura, quando me disseram que tinha tempo - BUAAAAAAAA, tadinha na menina que quer uma foto com a prima e ninguém tira....

Pergunto à Camila "Quem é a fofinha da títi" e ela responde "Agora é a Laura títi" .... - BUAAAAAAAA, tu também és!!

Tocam à porta. fico irritada que não queria estar a receber visitas. Entram e afinal é a minha irmã - BUAAAAAAA

Houve quem ficasse muito aflito porque achava que eu estava em depressão, mas não era verdade que eu estava óptima, estava era com a lágrima fácil e hormonas aos saltos. 

Felizmente passou rápido, chegou no sábado e foi-se no domingo.

Houve que se fartasse de rir e que, até hoje, passado 1 ano e tal, ainda me goze à fartazana.

Memory Lane #3

Pós-Parto:

H O R R I B I L I S 


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Memory Lane #2

Parto:
O parto iria ser induzido nessa manhã, mas ela acho que a ela ninguém a despejava de casa e então começou a dar sinais de madrugada.
Eu, que não tenho dificuldades em dormir e durmo como uma pedra, comecei a sentir um desconforto mas sem me aperceber que estaria a entrar em trabalho de parto.
Até que já passava das 5h da manhã dei um salto na cama e acordei o Parolo: "Acho que está na hora"
A criatura deu um salto e disse " A sério?? Já?? OK"

Levantou-se de um salto deu uma arrumadela à sala, vestiu-se, fez-me o pequeno almoço, foi levar o lixo, tudo numa azáfama enquanto eu, tranquilamente fui tomar um banho e vestir-me com muita calma.

Descemos para o carro e, se bem que tínhamos falado mil e quinhentas vezes sobre o caminho para o hospital, se bem que o hospital já estava nos favoritos do GPS, depois de já lá termos ido mil vezes para as consultas e o curso de preparação para o parto, ainda assim, chegando à rotunda, perguntou "Para que lado???"
E estando eu já com contracções, fomos pelo caminho em paralelo... Mas a felicidade era muita só nos riamos.

Chegamos ao hospital, entrei pelas urgências mas segui logo para a Sala de Partos.
Já tinha alguma dilatação e não fosse ela estar com as costas voltadas para o outro lado e estar ainda muito em cima (apesar da minhas longas caminhadas para ela descer) ela tinha nascido em poucas horas.

Como sou uma criatura intolerante à dor, é minha convicção que se há formas de não doer, porquê aguentar, deram-me logo epidural.
E foi o céu...estava relaxadinhaaaaa...
Estava a dormir e senti um estrondo, tinham rebentado as águas.
O Parolo esteve sempre comigo e ainda rimos bastante.

Só uma coisa me chateou é que estava cheia de sede e só me apetecia Sumo de Laranja natural e  ninguém me deu.

Já tinha sido vista por um médico e estava sempre acompanhada pelas enfermeiras e fui muito bem tratada no Hospital Pedro Hispano em Matosinhos.
De repente chega o médico e diz "Bem, preparem esta Mãe porque nasceu agora aquele, depois nasce o outro, mas eu quero esta a nascer primeiro"

E eu "O que?? Jáááá?"

Sim, tinha chegado a hora.

Entra a médica e prepara-se e diz " Já está ali a cabeça" e eu ri-me e disse "sim...é porque está.." e ela confirmou que estava mesmo.
O médico pediu um banquinho e, para ajudar, carregou-me ma barriga depois de ter agarrado uma ponta do lençol do outro lado. Aquilo doeu e eu agarrei-lhe o braço e disse "nã nã, que isso doi"
Ele calmamente respondeu "Faça o que quiser, grite, morda-me, bata-me, só não me agarre o braço", mas durante todo este processo estávamos todos divertidos e bem-dispostos, não era um ambiente traumatizante.

Veio a contracção e eu puxei e depois de entrar no hospital às 8h, às 17.14h

 Delicinha nasceu com 49cm e 3,600Kg.

Memory Lane #1

Como hoje celebro o dia em que recebi a notícia que estava grávida, fiquei nostálgica a relembrar todo o processo até hoje.

Gravidez:
Tive uma gravidez santa, sem enjoos, sem náuseas, sem dores, sem sustos, sem retenções ou inchaços, muita calma, muita alegria, muita paz.
Mesmo no fim sentia-me um pouco pesada, mas sem grandes problemas.


Dois anos!!

E faz hoje 2 anos que, no Dia Mundial da Criança, eu recebi a melhor notícia de sempre: A Delicinha vinha a caminho!!!

E que saudades desse dia tão fabuloso!!!



quarta-feira, 31 de maio de 2017

Post com bolinha vermelha

Contou-me a minha irmã que o meu sobrinho - 3 anos, numa brincadeiras às lutas, exclamou alto e em bom som:
"Sou forte como o car"#$%#"

Se bem que não gostamos deste tipo de vocabulário, principalmente na boca de uma criança, também não é costume ter este tipo de discurso em casa (se bem que quem nunca explodiu num car!"$%, pu%"  que P"$"#, Fod!"&$, que atire a primeira pedra), mas que quando ele o disse com tanta convicção e no momento certo, não se pode não achar graça.

Obviamente que a minha irmã lhe perguntou onde ouviu isso e a resposta foi "Na escola". A ver vamos se a explicação que ela lhe deu sobre ser um palavrão que não deve ser dito faz efeito para pelo menos uns 10 anitos...

terça-feira, 30 de maio de 2017

As marcas da moda

Quem me conhece sabe que tenho tolerância zero para marcas. Não que não as use, mas não é a marca que compro é o produto. Se for bonito, se me agradar, se me encher as medidas compro, independentemente se é Prada, Saint Laurent ou Feirovski.
A verdade é que gosto muito pouco de gastar dinheiro e não me meto em aventuras já que sou uma fonas do pior.

Em Outubro a minha sogra ofereceu-me uma mochila da Moschino. Eu andava farta de dizer que ia comprar uma mochila para ser mais prático já que ando sempre para trás e para a frente com a Delicinha. Assim, ponho para trás das costas e fico mais disponível.

Entretanto, passados 6 meses a alça começou a desfiar. 
Como davam uma garantia de 2 anos fui à loja. Indicaram que demoraria 1 mês na análise do problema.
Passado esse prazo lá me contactaram a dizer que a carteira estava na loja, mas que nada tinha sido feito já que não se tratava de um defeito de fabrico e sim do uso.
...
Say what????
...
Que era do uso sei eu, mas o que não aceito é que tenha sido um uso de apenas 6 meses e não de 20 anos como indicaria o preço pago pela carteira.
Foi isso que tentei explicar às meninas da loja. Uma carteira deste valor não pode ter na sua composição materiais de fraca qualidade. elas voltavam a dizer que era do uso e, como tal, não podiam fazer nada.
Eu até estava bem disposta e ri-me e, com alguma ironia e incredulidade, perguntei "Mas então eu tinha que guardar a carteira no armário e não a usar para não estragar?"

Elas, coitadas, encolhiam os ombros...

Bem, agora fiz uma queixa directamente à Moschino e a ver vamos o que me respondem...é que nem me trocaram a porcaria da alça...nada..não fizeram nada...

Isto é um bom serviço pós-venda?? Vale então a pena pagar esta marca?? 








sexta-feira, 26 de maio de 2017

Panda Panda Panda Panda Panda

Hoje a Delicinha acordou a gritar pelo Panda em loop.

Eu ainda nem sabia como me chamava e estava a olhar para ela, que a rir dizia e repetia "Panda Panda Panda Panda".

Depois peguei nela e dei-lhe montes de beijos de bom dia, deitei-a na minha cama para ir buscar o leite e ela continuava "Panda Panda Panda Panda" e eu perguntei "Panda? A esta hora? O que tem o Panda?" e ela fecha as mãos, levanta os polegares e diz "Panda fishhhhhh"

E é isto! 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Oh Céus....

Se vos disser que a Delicinha voltou a cair da cama hoje vocês chamam a Segurança Social?

E se vos disser que o Parolo estava, mais uma vez ao lado dela? E se vos disser que quando ouvi o estrondo fui a correr e ele estava muito admirado como é que ela tinha caído porque estava a dormir, como se fosse a primeira vez que ela parece um fidget spinner a dormir?

Valeu que a miúda é do caneco e a cair, cai com a almofada que assim dói menos.

As boas notícias do dia é que ela está bem e que a carteira do Parolo APARECEUUUUUUU!!!!!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Voo Picado

De manhã eu sou a primeira a levantar-me. 

Se a coisa corre bem a Delicinha Parolinha acorda e eu dou o leite ao Parolo que segura no biberão enquanto me arranjo; se a coisa corre mais ou menos, ela dorme mais um pouco e depois lá acorda e ainda dá tempo para biberão; se a coisa corre mal, ela doooorme e tenho que a tirar do berço a dormir para o carro e ela acorda sempre e eu detesto fazer isso.

Ora hoje foi dos dias que correu bem, tirando o pormenor que, mais uma vez, se armou em exploradora e, já estando na nossa cama e já tendo bebido o leite e aguardando que eu ficasse pronta, decidiu descer da cama, coisa que ela faz montes de vezes e muito bem, já que se vira e vai de pernas primeiro e desce devagarinho, mas hoje foi no sentido contrário e desceu de cabeça!
A sorte é que a cama não é muito alta e foi caindo em câmara lenta havendo a registar apenas uma pisadura numa bochecha.

Onde estava o pai?? Ao LADO DELA!!!!

Parolinha Azeiteirola

Pois que ontem a pacata (not) criança que pus neste mundo se cobriu de azeite dos pés à cabeça.

Eu estava a tomar banho e o pai? Estava onde? AO LADO DELA!!!

Pois que a Delicinha, a Exploradora ontem virou-se para o armário do azeite e em vez de brincar, como de costume, com as bacias e medidores, decidiu temperar-se com azeite de primeira.

Outra vez o Parolo

Ontem foi almoçar com clientes, veio de pança cheia mas carteira vazia...mais concretamente SEM CARTEIRA.

Grrrrrrr que raiva....Não tem ideia nenhuma onde a deve ter posto, se a deixou no restaurante (liguei para lá e os funcionários dizem que lá não está), se caiu na rua...enfim...uma chatice burocrática avizinha-se....

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ele não anda bem

Não sei se é de agora aturar 2 mulheres em casa, mas não me parece, já que nós somos umas santas, mas que ele está doido, lá isso está.

E não, não estou a falar do tipo de meias, já que esse já vem sendo habitual e o qual, por acaso, até acho graça e o diferencia.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Valha-me o divino!

Estávamos a dormir ferradinhos. A Delicinha chora e o Parolo acorda e senta-se na cama para se levantar.

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Vira para um lado...vira para o outro...não se levanta...acho estanho....pergunto: "Que estás a fazer??"

E a resposta faz-me rir sempre que me lembro deste diálogo e só não me tirou o sono porque sono é uma coisa que tenho e em grandes quantidades.

"Estou à procura das cuecas...não percebo...eu não as tirei...como raio estou sem cuecas???"

Ri tanto e continuo à gargalhada :D



Pelos vistos as os boxers deviam estar a apertar e ele, mecanicamente, tirou-as. 

Não não, posso garantir que não fui eu ;)



quinta-feira, 18 de maio de 2017

Xing Ping Ming e o Céu que é Azul!

Ufaaa, já está e correu muito bem.

Recebi os meus agentes da China e correu muito bem!
No princípio vi a minha vida a andar para trás já que não percebia nada que ela dizia. Depois lá sintonizei a mandarim FM e a coisa deu-se.

Falamos de negócios mas no fim da visita ela contou que adorou o Porto (e nem 24h cá esteve) e estava siderada com o nosso céu. Repetiu vezes e vezes sem conta "Que lindo Céu! Que lindo Azul! É maravilhoso!"
E eu, que até nem sou responsável pela cor do céu, fiquei super orgulhosa deste nosso Céu Azul!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Faltas justificadas, há por aí?

Os meus almoços são sempre em casa da minha mãe. Se já eram antes da Delicinha nascer, agora nem passa pela cabeça não ir almoçar a casa e desfrutar de mais uns minutos com ela...e que minutos...

Hoje foi particularmente difícil sair da beira dela e vir trabalhar. Hoje agarrou-se ao meu pescoço a dizer "Mamã...Mamã...Mamã" e eu dizia que vinha já, que ia ganhar tostão...mas nada, ela repetia "Mamã...Mamã...Mamã".

Eu dei beijinho e vim embora,mas a minha vontade era ligar para o escritório e dizer "Lamento, já não vou de tarde, a minha filha está mimalha"

É assim a vida! Não falo bébelês (se bem que ela até já fala muito, mas muito é ainda indecifrável), mas vou ter que falar chinês (not) que vou receber uns agentes chineses. 

Wish me luck!祝我好运!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Sem filtro

Porque raios as avós não têm filtro???

Sim, estou mais gorda...já sei...não é preciso repetir 20 vezes...

Depois queixam-se que eu rosno....

Cabeleireiro forçado

Ontem passei a tarde no cabeleireiro...na minha cabeleireira particular, a minha Delicinha que ontem demonstrou um interesse inequívoco e intenso em pentear a minha frágil trunfa.

O penteado ficou original e bastante selvagem e se eu hoje me pusesse a contar cabelos, seria certamente uma tarefa mais simples, uma vez que devo ter uns milhares de cabelos a menos na mona.

O método dela é muito simples: Puxar Puxar Puxar, com uma mão, com ambas, com muita força, devagar, mas Puxar sempre!!

Ouuuuchhhhhhhh!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Hoje andei às voltas

Saí de casa já atrasada, claro(...não sei como faço isto, que até era muito pontual, de repente..., atraso-me...enfim). Quando estava a sair da garagem ia um dos meus vizinhos à minha frente. De repente vejo algo a rebolar no chão....parecia-me uma carteira. 
Fui dar a volta mais à frente, já que não podia parar de repente, e lá confirmei que era mesmo uma carteira de homem.
Apanhei-a, quando a abri para ver a identificação, reparei que era do meu vizinho. 
Voltei a dar a volta para entregar a carteira ao porteiro do prédio, explicando o que aconteceu e identificando o dono.
E dei a volta e lá fui levar a Delicinha a casa dos meus pais...

terça-feira, 9 de maio de 2017

O dia L

A  minha Delicinha já fez um ano!

Como passou tão rápido não sei, sei é que tem sido um ano maravilhoso e cheio de coisas boas. 
Se a minha gravidez foi fantástica, o ser Mãe tem sido a melhor coisa do mundo. Honestamente, nunca pensei que fosse ser assim...um Amor tão incondicional, tão pleno, tão altruísta...

Há coisas más? Não, há coisas menos boas, como por exemplo quando não quer dormir, quando está tola com o sono mas não dorme, quando já não tem mais fome e cospe a sopa toda, quando está doentita...

Confesso que às vezes ainda me faz confusão o estar a viver em função de alguém... Não que estejamos a viver para ela e que seja ela a mandar em casa, nem pensar, mas há coisas que temos que a colocar em primeiro lugar. 
O chegar a casa exausta e já não poder vegetar no sofá e ter que ir fazer sopa e dar banho e dar atenção e brincar e pegar ao colo...enfim...um rol de tarefas, passou a ser um momento que, já não sendo de descanso, é tão feliz, tão completo, tão maravilhoso, que não trocava por nada.

Não é por ser minha filha, mas esta miúda é espetacular, inteligente, esperta, brilhante e a cada dia aprendo mais e ficamos cada vez mais unidas, mais pegadas.
Se às vezes sabe bem ir trabalhar e ter vida própria, é maravilhoso regressar a casa para as rotinas maternais. E as saudades??? É tãooo boooommmm.

Mas a Laura fez 1 ano e o tema foi a Galinha Pintadinha. Estava lá a família toda e foi espetacular, mooontes de balões e comida e foi assim o bolo feito pela Miminhos da Dona:







Assunto do Momento - Salvador Sobral

No outro dia perguntava-me o meu cunhado "Olha lá, isto do Salvador Sobral é porquê? A música é mesmo gira ou é porque o puto está a morrer?"

Fiquei a pensar naquilo...Efectivamente, neste país nunca se dá valor ao que temos de bom e damos sempre qualquer desculpa. De certo nos outros será igual, mas o que conhecemos é esta realidade e é aqui que vivemos e que temos que conviver com esta mesquinhez.

Mas será que tem que ser assim?? Será que não podemos reconhecer que a música é diferente e por isso encanta? Será que não podemos apreciar uma boa música que está a ser cantada ao mundo em português? Será que a única coisa que importa é a condição de saúde do rapaz??

Eu gosto da música, tem uma sonoridade que se entranha, louvo o ser a única canção em português, bem escrita, bem cantada. Então, porque não aplaudir e apoiar em vez de procurar outros motivos para denegrir e desmerecer?

Quanto à doença...é um assunto do Salvador, que só a ele e à família diz respeito. Eles nunca falaram nisso por isso considero que não estão a aproveitar-se desse facto para ganhar pontos.

A querkiness dele...olha....é estranha...mas não há quem não fale do modo estranho de estar, o que se transforma, isso sim, num motivo para marcar e dar que falar.

Boa sorte Salvador! 

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Parabéns pequeno Dinossauro

O sobrinho mai lindo do mundo fez quatro anos...QUATRO ANOS...como é possível...o tempo passa a correr e eu cada vez estou mais velha.

Quando a minha irmã perguntou que tema queria para a festa ele não hesitou - DINOSSAUROS...again...
Ele é doido por estes bichos pré-históricos, sabe tudo sobre eles, tem colecções de bonecos e livros e fica desapontado quando lhe oferecem algo que não seja relacionado com os bichos.

A festa foi em minha casa e era como se vivesse no Cretáceo, estava tudo a rigor.
O puto estava feliz da vida e, no final das contas, é isso que importa.





Bolo feito pela Miminhos da Dona


Pois...sou eu e os meus irmãos que, não sei bem porquê achamos que um rugido de dinossauro se faz com um UUUHHHH bem redondinho...(e não combinados, que é mais assustador)

Disco Disco Partizani

E hoje um amigo relembrou-me esta música e eu acho-a tão engraçada e tem a vantagem que cura qualquer sentimento de "baaaahhhh, é segunda-feira e eu precisava de um fim-de-semana para recuperar do fim-de-semana...."



sexta-feira, 5 de maio de 2017

Pufff...e assim desaparecemos

E a Laura nasceu e puffff...nós desaparecemos!

"Oh...não podemos ir jantar...que pena" e quem convida, principalmente quando são as avós perguntam "haaaa...mas e a Laura não pode vir?"

Video-chamada para os sobrinhos que agora vivem longe:
"Olá miúdooooos, que saudades. Estão bem?
"Olá Títi...a Laurinha??"
"Está boa"
"Mostra a Laurinha...LAURINHAAAAAAAA!!"

....

Mas também, fala sério cara, quem não prefere aquela Delicinha a qualquer outra coisa ou pessoa???

In L❤ve with my baby!!!!

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Maias nas orelhas!

O meu sogro é uma personagem...cómico/trágica!
Fomos passar o fim de semana a Sesimbra e não ficou nada por lhe acontecer:

Partir o ferrolho de segurança das cancelas das escadas - check; 
Tentar compor o ferrolho e ficar pior a emenda que o soneto - check;
Partir copos - check;
Desconchavar um Cavalete com uma banheira de recém nascido em cima -check;
Partir um pé - Check!

Toda a aventura culminou no dia 1 de Maio com um passeio pelos trilhos de Sesimbra e que, na busca de rede subiu a uma monte. O objectivo foi atingido mas a descida foi atribulada. Veio a fazer sku por ali abaixo e só foi parado por uma raiz que lhe "agarrou" um pé e o virou ao contrário.

Entretanto tiveram que chamar uns amigos que o foram buscar de barco, para depois ir de ambulância até ao hospital!
Quando nos conseguiu contactar (nós estávamos os 4 a tomar o pequeno almoço tranquilinhos) vimos que seria grave porque ele estava a caminho do hospital, o normal seria ele estar todo estropiado mas não querer ir ao médico.

E pronto, lá veio recambiado para o Porto e está internado para ser operado amanhã.

Lá estão as superstições....na madrugada no 1 de Maio deveríamos ter postos as Maias não só nas portas mas também nas orelhas do homem...chiça...