Desde o dia em que a técnica do rastreio visual da Delicinha me perguntou se achava que ela via bem que estava numa ansiedade desmedida. A possibilidade de a minha filha ver mal nunca me tinha passado pela cabeça. Eu sei que a genética não se resume aos progenitores e a minha mãe até vê muito mal, mas raios, a miúda ia ter uns olhos de lince como os pais.
Enganei-me...
No momento do rastreio apeteceu-me bater na técnica que estava a questionar a visão da minha filha, principalmente porque depois de lançar a dúvida não tinha conhecimento para me dar respostas, explicações. Mais valia que fizesse o que lhe competia sem tecer comentários, agora se me diz:
Técnica:"A sua filha vê bem?"
com cara de espanto, eu digo que sim. Vê os aviões ao longe, as formigas, pinta à distancia normal do papel...
Ela contrapõe: "é que dão uns valores muito diferentes.."
Eu: "Como assim diferentes?"
Técnica: "Costuma dar 0; 0.75 e a ela dá 4;5"
Fiquei azul e perguntei "…
Enganei-me...
No momento do rastreio apeteceu-me bater na técnica que estava a questionar a visão da minha filha, principalmente porque depois de lançar a dúvida não tinha conhecimento para me dar respostas, explicações. Mais valia que fizesse o que lhe competia sem tecer comentários, agora se me diz:
Técnica:"A sua filha vê bem?"
com cara de espanto, eu digo que sim. Vê os aviões ao longe, as formigas, pinta à distancia normal do papel...
Ela contrapõe: "é que dão uns valores muito diferentes.."
Eu: "Como assim diferentes?"
Técnica: "Costuma dar 0; 0.75 e a ela dá 4;5"
Fiquei azul e perguntei "…